No meu terceiro romance, esse é o primeiro narrado em
primeira pessoa. Diferente da “Terra dos lobocratas” e “Naquele pequeno
quarto”, que são narrados em terceira pessoa.
É com carinho muito especial, que eu crio
essa mais fascinante obra e talvez, seja uma das minhas preferidas. A
insanidade dos anjos demorou quase seis meses para ficar pronto. É uma estória
de amor, misturada à boêmia e a marginalidade paulistana.
Matheus é um escritor frustrado e agora
universitário. Ex- membro de um movimento da boemia paulistana. Em determinada fase de sua
vida, reencontra Messias; um primo e melhor amigo que resolve trocar o
interior, pela cidade grande. Também fez parte do movimento punk e chegou até a
ser integrante, de uma banda da qual fazia parte como baterista.
Matheus está passando por um momento
difícil. Está desempregado e com certos problemas pessoais. Já estava quase
chegando aos trinta anos e encontrava-se desempregado e com crises no seu
relacionamento com a namorada: Cristiane Meira.
Ao encontrar o seu melhor amigo e primo
Messias, Matheus resolve a relembrar os velhos tempos. Cansado de correr atrás
de trabalho e nada encontrar, Matheus decidi então voltar a ser o que era:
boêmio e assíduo frequentador de casas de prostituição; após sofrer uma
desilusão amorosa com a namorada.
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